França

Não é o Croissant,

nem a Revolução Burguesa.

Não é a Amélie Poulin,

nem a Sociologia Francesa.

Não é o Michel Foucault,

ou o Pierre Bourdieu.

Nem o Jean Jacques Rousseau,

ou o Gérard Depardieu.

As maiores contribuições francesas à humanidade

são  o Asterix e o Zinedine Zidane.

*Post dedicado ao ano da França no Brasil.

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Rabiscos II: Coisinha

coisinha

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Rabisco I: Monstro

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Idéias

Se idéias, pontos de vista, ideologias e opiniões  fossem matéria,

eu me esforçaria para ser o vácuo entre eles.

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Quero

Não quero  Deus, quero  fé.

Não quero segurança, quero compainha.

Não quero  artes, quero inspiração.

Não quero razão, quero opiniões.

Não quero seu amor, quero você.

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Xuxa e a barriga de 95

Esse blog anda sério demais.

O Renato eu já sabia, mas a Xuxa…

MUITO fanfarrona.

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Manifesto Shuffle – Parte 3

Grande parte do que é chamado sofrimento é fruto destas duas bases, o apego desordenado a abstrações temporais (passado e futuro) e a incompreensão dos sentimentos que nos afetam.

Ao nos depararmos com estes afetos decorridos de lembranças e imaginações do futuro (tais quais o medo de perder algo ou alguém, o pavor da morte, prendimento a coisas que se perderam, arrependimento por algo que fizemos ou deixamos de fazer, entre tantos outros), tendemos a acreditar que estes são revestidos de uma inevitabilidade absoluta e inviolável, como se não fossem meras criações incutidas em nosso consciente e alimentada apenas por nós mesmos.

Toda esta negatividade tende a ser eliminada junto com a anulação do apego ao tempo.

Devemos perceber o presente como vivo em si mesmo independente de antes ou depois, só assim para potencializar de fato a sucessão seguida de vários presentes que compões uma vida.

Esta afeição ao presente é o que significa aleatoriedade do qual se discute neste texto.

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